Sobre

Eu, careca

Meu nome é Eliel Fernandes Vieira. Por questões estéticas, o “Fernandes” geralmente é ocultado quando vou me apresentar ou assinar alguma coisa. Desta forma, podem me chamar de (ou se referir a mim como) Eliel Vieira. Quando era criança odiava meu nome. Eliel? Por que não um nome normal tipo Geraldo ou Pedro? Mas aprendi a gostar dele conforme fui descobrindo que não apenas é importante ser diferente em alguns aspectos, mas que isto é muito bom!

Estou com meus 20 e poucos anos atualmente e já faz alguns anos que mantenho este blog. Aqui eu tenho escrito sobre quase tudo que me interessa, incomoda ou simplesmente chama minha atenção de alguma forma.

Eu, cabeludo

Escrevo aqui livremente, não estando preso a nada sobre mim. Sou cristão, com mais dúvidas do que certezas, e muitas dúvidas minhas são expostas aqui. Sou considerado arminiano pelos calvinistas, e “calvinista demais” para os arminianos; universalista para os exclusivistas, e exclusivista demais para os universalistas. Para os fundamentalistas, sou liberal demais; mas em contrapartida sou considerado muito fundamentalista para os liberais.

No que se refere a posicionamentos políticos, há alguns anos considerava-me de direita, hoje tendo para a esquerda. Entretanto, por ainda estar estudando sem pressa sobre este ponto, sou considerado “comunista” pelos meus leitores mais conservadores, e “pequeno burguês” para alguns leitores comunistas.

Não raro me contradigo, então não se preocupem com isto. Eu penso, faço reflexões, e mudo minhas opiniões às vezes, depois de já ter escrito sobre elas. A música Metamorfose Ambulante, de Raul Seixas, me descreve bem neste ponto.

Camila e Eliel

Bem, tenho uma namorada linda, chamada Camila, com quem me sinto realizado. Portanto, garotas, não me levem a mal, mas não estou disponível, ok?!. Fiz questão de colocar uma foto nossa aqui do lado. Perceba a simetria das curvas de seu rosto! Que perfeição! Só não digo que Deus estava namorando quando a desenhou porque isto seria muito brega.

Outra paixão que tenho é a música, e neste ponto eu sou mais distinto e diferente do que poderia ser previsto. Meu gênero preferido é o Heavy Metal, mas agrado bastante de música clássica (especialmente Bach e Wagner), e alguns estilos musicais folclóricos e regionais. Abomino praticamente tudo o que é “popular” hoje em dia. Tenho um trocadilho que resume bem meu ponto sobre o declínio da qualidade do gosto popular: Antigamente o popular era Djavan, hoje é Djavu.

Faço atualmente duas graduações (Comércio Exterior e Filosofia) e atuo profissionalmente como Analista de Comércio Exterior e, na medida do possível, como tradutor literário.

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